Como a pobreza afeta o crescimento do cérebro
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DESCOBERTA. Neurocientistas de nove hospitais e universidades norte-americanas estudaram mil crianças e conseguiram provar a ligação entre o tamanho da superfície cerebral e o contexto socioeconómico

Se havia indícios nesse sentido, agora sabe-se com certeza científica: as crianças em condição de pobreza têm o cérebro 6% mais pequeno do que as restantes. Agora é preciso apurar as causas

Artigo de Luciana Leiderfarb publicado no Expresso e enviado pelos nossos amigos da EAPN de Beja

Era conhecido que as crianças sujeitas ao chamado 'risco ambiental' — lares desestruturados, contexto socioeconómico desfavorável, fraca intervenção do adulto — podiam apresentar sinais de atraso cognitivo. Sabia-se também que as deficiências nutricionais se faziam sentir nos resultados escolares e nos comportamentos. O que não se sabia era que a pobreza tem efeitos diretos no cérebro desde a primeira infância, senão desde o útero materno.
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